IMPLANTAÇÃO DA
PASTORAL
VOCACIONAL PAROQUIAL
O nome da equipe de pastoral pode variar muito: "Equipe
Pastoral de
Vocações", "Equipe Paroquial Vocacional", "Pastoral Vocacional", "Pastoral
Vocacional e Ministerial", etc.. A nomenclatura não é o mais importante! O
essencial é que exista um grupo que articule a comunidade para uma
consciência vocacional, trabalhando as quatro áreas anteriormente citadas, a
saber: despertar, discernir, cultivar e acompanhar.
Aqui se adotará o nome de Pastoral Vocacional (PV). Sua implantação,
estruturação e funcionamento está ligada com o apoio, participação e
interesse também dos padres, religiosos, religiosas e liderança paroquial.
1. Organização da Pastoral Vocacional
- Quem toma a iniciativa: o bispo que zela pela PV; o Pároco que apoia e
dinamiza; os leigos que assumem sua vocação batismal, ou a congregação que
motiva, incentiva...
- A Equipe: começa com pessoas heterogêneas: casais, religiosas(os) e
sobretudo, a presença de jovens que é de suma importância. Há dois
requisitos para se fazer parte da PV: a disponibilidade em assumir a missão
e a práxis da fé cristã.
- Como começar? É fundamental uma motivação e conscientização da
comunidade e a perspectiva de "Povo de Deus" de uma Igreja toda Ministerial
e Missionária.
- Organização interna: ter claro os objetivos, definir e atribuir
funções, campo de ação, deveres e compromissos fazem parte deste trabalho
missionário.
- Algumas possíveis tarefas específicas: coordenador e vice; secretário,
representante na paróquia, regional, diocesano ... (estes devem favorecer a
sintonia com o pároco, o conselho pastoral e a equipe diocesana); preparação
das celebrações, organização de promoções, visitas às pastorais e aos
movimentos, visita aos vocacionandos e suas famílias, etc..
- Dinâmica interna: ter sempre presente os objetivos (geral e
específicos); planejar ou programar as atividades do ano e vivenciar os
seguintes passos: oração, reflexão, atualização, celebração, revisão.
- É importante uma reunião mensal, para rezar, rever a caminhada do mês,
distribuir tarefas para o mês seguinte, articular as atividades vindouras,
avaliar o desempenho de cada membro, acolher novas pessoas, etc..
2. Atividades da Pastoral Vocacional
a) o primeiro passo é a clareza de que as atividades e as orações são
meios de se ajudar as pessoas a descobrirem e assumirem a vocação que pode
torná-las felizes, como também, ajudar os outros a serem felizes.
è Meios: ordinários (que podem acontecer todos os meses) e esporádicos:
Ordinários: Hora Santa, Via-sacra, terço, missas, retiros, encontros
vocacionais com toda a comunidade ou com grupos específicos, preces dos
fiéis nas ocasiões oportunas; divulgar textos, lembrancinhas, orações
vocacionais e ministeriais; reunir com outras equipes pastorais e movimentos
para rezar e refletir sobre a questão vocacional e ministerial; confeccionar
cartazes para a Igreja, salão paroquial e outros;
Esporádicos: plantão vocacional, por exemplo, na ocasião da festa do(a)
padroeiro(a); dinamizar as festas paroquiais, diocesanas e da(s)
congregação(ões) que atua(m) na paróquia; efetivar fórum vocacional e
ministerial; promover "oficinas-estudos" por área de interesse e demanda
local; atenção especial ao Dia Mundial de Oração pelas Vocações; organizar
Vigílias Eucarísticas Vocacionais só para jovens; dar enfoque especial aos
meses de agosto e outubro; utilizar acontecimentos marcantes da paróquia e
diocese; chá beneficente, bingo, rifa, jantares festivos, tarde da
sobremesa, barraca na festa do(a) padroeiro(a) (para ajudar a custear a
formação da equipe e suas atividades, como também, a manutenção dos
vocacionados e vocacionadas).
b) Outra atividade é a formação dos agentes da própria equipe e da
comunidade eclesial para o trabalho do discernimento e acompanhamento
vocacional.
Meios para efetivar esta formação: cursos vocacionais, caminhadas
vocacionais, concursos - músicas, poesias, teatros, etc. - tríduos
vocacionais, boletins informativos, confecção de subsídios, gincanas
vocacionais (catequese, crisma, grupos de jovens...), filmes e livros
vocacionais, feira vocacional (com exposição das várias vocações,
congregações, ministérios, etc.); Jornada Vocacional (um período em que
todas as pastorais e movimentos refletem sobre sua ligação e atuação nas
questões vocacionais e ministeriais), e sobretudo, os Encontros de PV.
3. Espiritualidade Do Agente
Vocacional
Ser chamado para uma intimidade com Deus e enviado à missão, são aspectos
que andam sempre juntos. O agente vocacional é alguém vocacionado, possui
atitude de discípulo, relaciona-se com Deus como aquele que preenche a sua
existência. Sentindo-se bem consigo e com Deus, a relação deste agente com
as outras pessoas terá mais possibilidade de ser fecunda, e vice-versa.
A Bíblia apresenta-nos os eixos do chamado de Deus e da resposta da pessoa:
1. Deus toma a iniciativa e chama a pessoa para uma
missão;
2. A pessoa reage, mostrando sua limitação;
3. Deus e a pessoa conversam e o primeiro convence o segundo;
4. A pessoa é abençoada e Deus acompanha sua missão.
Alguém pode perguntar: "- Mas, onde entra a comunidade?" A comunidade faz a
pessoa sentir-se vocacionada, sendo instrumento de mediação entre Deus e a
pessoa. A Bíblia nos relata que Deus sempre chama para uma missão. Como nos
lembra o Novo Testamento: não tem como falar de/com Deus se não for através
do próximo (1Jo 4,20-21).
Alguns aspectos são fundamentais:
a) momentos de oração diária (At
1,14): são os momentos em que
acontecem o diálogo com Deus, capaz de revelar a postura de discípulo e
apóstolo do agente vocacional. Não é demais lembrar que é sempre bom ter um
santo, uma santa ou um outro parâmetro como referencial de alguém que soube
ouvir, ver, sentir Deus e se converteu, mudou de vida.
b) celebração dos sacramentos: o agente
vocacional que tem uma vida
sacramental, recebe forças e graças na caminhada e testemunha a importância
da vida eclesial para todos os filhos e filhas de Deus.
Estes aspectos ajudam o agente vocacional a viver intensamente a consciência
do Seu chamado, pois coloca a própria relação com Deus como parâmetro e o
seguimento a Jesus Cristo como modelo de vida de oração e de ação (Jo
15,7-8.16). Quanto mais se dedicar à meditação e oração, mais o agente
vocacional vai sentir-se necessitado de Deus, de abandonar-se nas mãos da
Trindade.
Neste segundo ano do Projeto "Rumo ao Novo Milênio", deseja-se dar um
enfoque especial ao Espírito Santo. Na ótica vocacional, o Espírito Santo
merece sempre esta atenção, pois é ele quem inspira, dá forças, ilumina,
conduz os(as) vocacionados(as). Porém, pode ser que alguns não sejam dóceis
ao Espírito. Pessoas escutam, mas põem em prática somente algumas
orientações ou até, tornam-se empecilhos na caminhada dos outros. Deus faria
muitas coisas se não colocássemos impecilhos à Sua Graça .
Deixar-se conduzir pelo Espírito Santo, a exemplo de Nossa Senhora. Maria
soube ser instrumento de Deus e, sem dúvida, ajuda cada um a ter a mesma
atitude. As orações à ela (como por exemplo, o terço e as novenas), são
momentos em que, ao mesmo tempo em que se agradece pela sua intercessão,
pede-se graças para não desanimar diante das dificuldades que a vida
oferece. "Rogai por nós, Santa Mãe de Deus..." é assim que dissemos e é
assim que acontece "para que sejamos dignos das promessas de Cristo".
ORIENTAÇÕES
PARA ORGANIZAR UMA
EQUIPE VOCACIONAL PAROQUIAL
Orientações reunidas a partir da experiência
(Confira em "Cadernos Vocacionais", nº 24, Loyola)
QUEM TOMA A INICIATIVA?
1. O Bispo é o 1º responsável: cabe a ele interessar-se, motivar o clero,
animar o povo, dinamizar a própria Pastoral Vocacional.
2. O Coordenador Diocesano, nomeado pelo Bispo, forma sua Equipe, e com
ela cuida que todas as Paróquias tenham as Equipes Vocacionais Paroquias
(EVPs), colocando-se a serviço dos Párocos.
3. O Pároco, em sintonia com a Equipe Diocesana, será o primeiro e imediato
responsável para o surgimento da Equipe Vocacional na Paróquia e em suas
várias comunidades e capelas.
4. Onde as Equipes Vocacionais já existem, procurem sintonizar-se com a
Equipe Diocesana, para garantir sua plena vitalidade e seu caráter eclesial.
COM QUEM COMEÇAR?
1. Começar com pessoas da comunidade, dispostas a assumir o compromisso e
que tenham vivência de Igreja.
2. É de suma conveniência que a Equipe seja "heterogênea": homens e
mulheres, casados e solteiros, adultos e jovens, leigos, religiosos e
Diáconos.
3. É igualmente conveniente que seja representativa das Pastorais, das
Associações e dos movimentos, para que a Pastoral Vocacional esteja presente
em toda a Pastoral.
4. Onde a Equipe porventura ficar muito grande (como se dá em algumas
Dioceses), será indispensável que um pequeno grupo exerça a coordenação
geral, e se faça uma subdivisão em equipes menores, cada uma com tarefas
diferentes.
COMO COMEÇAR?
1. Trabalho preparatório:
O mais fundamental e anterior a tudo é
* uma intensa conscientização e motivação prévia da comunidade paroquial;
* uma perspectiva de "Povo de Deus", de "comunidade", uma visão de
"Igreja Ministerial e Missionária".
Ressalte-se que esse trabalho de conscientização e motivação da
Comunidade sobre o sentido da Vocação na Igreja, hoje, é indispensável para
que se crie:
- um clima vocacional de responsabilidade e interesse comum
- por todas as vocações.
2. Duas sugestões para começar:
a) Convidar de modo geral e até mesmo pessoal, aquelas pessoas da comunidade
que apresentarem disposição para o trabalho.
b) Escolher e chamar um elemento de cada uma das diferentes equipes de
pastoral e de movimentos, existentes na Comunidade e, com eles, formar a
Equipe Vocacional Paroquial. Tais representantes sejam, de preferência,
escolhidos pelas próprias pastorais.
* A experiência ensina que a segunda sugestão é mais frutuosa.
3. Para ambos os casos, organizar um curso, ou um encontro, através do qual
se dará uma formação adequada e se programará o trabalho.
ORGANIZAÇÃO INTERNA
1. Cada pessoa da Equipe tenha claro:
* Os objetivos do trabalho a desenvolver
* as funções de cada membro da Equipe
* o modo como vão trabalhar (os membros da Equipe como também a Equipe
inteira)
* os campos de ação das pessoas e do grupo
* os deveres e compromissos de cada pessoa e da Equipe inteira.
2. Um mínimo de organização interna:
Organizem-se, elegendo uma "diretoria":
* Coordenador
* Vice-coordenador
* Secretário - 1º e 2º
* Teroureiro - 1º e 2º
3. Tarefas específicas e bem definidas serão assumidas por todos os membros
da Equipe, por ocasião das reuniões:
* preparação das celebrações...
* organização de promoções...
* visitas a vocacionados...
* correspondência...
* etc...
4. Manter contínuo laço de amizade:
* com o Pároco
* com o CPP, no qual deverá haver um representante da EVP
* com a Equipe Diocesana de Pastoral Vocacional, que coordena e anima
todas as EVPs da Diocese
5. Haja um livro de atas.
6. O tesoureiro mantenha em dia um Livro-caixa e preste contas nas reuniões
mensais.
DINÂMICA INTERNA
1. Ter sempre bem presente os objetivos, geral e
específico, das EVPs como
se verá a seguir.
2. Planejar ou programar as atividades do ano. O segredo
de uma EVP está no:
* planejar
* realizar
* rever
"Planeje o seu trabalho e trabalhe o seu plano", é o grande lema!
3. Reuniões mensais para:
* rever e avaliar o mês que passou
* prever e planejar as atividades seguintes
4. No final do ano:
* rever e avaliar o ano que passou
* avaliar o desempenho dos membros da Equipe Coordenadora, renovando ou
confirmando as funções (votações secretas podem ser muito úteis)
* planejar o ano seguinte
5. Elaborar o relatório anual:
Para as assembléias anuais de Pastoral Vocacional.
ATIVIDADES DA EVP
O trabalho mais importante da EVP é levar todos os fiéis a participarem das
atividades vocacionais:
1. Na área da oração:
O próprio Jesus nos mandou rezar pedindo operários para a messe.
a) Trata-se de Missas, Horas Santas, Vias-Sacras, Celebrações da Palavra,
Retiros, divulgação de orações, organização de grupos de oração, uma Vigília
Eucarística na Quinrta-Feira Santa, Vigílias Eucarísticas com grupos de
jovens em dias especiais: sempre com um tema vocacional.
b) Dar atenção especial ao Dia Mundial de Oração Pelas Vocações (4º Domingo
da Páscoa - do Bom Pastor). Não esquecer a carta do Papa e divulgá-la.
c) Animar com empenho o Mês Vocacional. Planejar tudo: desde a abertura até
o encerramento.
d) Preparar intensamente as Ordenações e as Profissões Religiosas (anúncios,
artigos, cartazes, visitas às escolas, tríduos, novenas).
e) Dedicar atenção aos diversos aniversários: Ordenação, Profissão
Religiosa; e aos jubileus: de prata, ouro ou de diamante.
2. Na área da formação:
A Pastoral Vocacional exige uma intensa e contínua formação dos Agentes
de P. V. como também da comunidade inteira.
a) Formar os Agentes:
Apresentar-lhes conceitos teológico-pastorais para um trabalho mais
sólido, mais convincente, mais esclarecido.
b) Formar a Comunidade:
- Quanto à necessidade, à natureza e à grandeza das vocações de especial
consagração na Igreja.
- Conscientizar a comunidade sobre a responsabilidade de todos pelas
vocações.
- Ajudar cada fiel a entender e a se convencer que cada um tem sua vocação
própria, única e intransferível.
c) As atividades de formação são múltiplas:
Cursos, catequeses, instruções nas celebrações, caminhadas com
instrução, festivais de música, concursos de cartazes, poesias, teatros,
tríduos, boletins, programas de rádio, visitas às escolas, encontros com
outras pastorais, folhetos, divulgação de livros, biblioteca vocacional,
grupos de reflexão de famílias, gincanas, filmes, pregadores especiais,
clubes vocacionais, plantão de Orientação Vocacional.
3. Na "área do chamado direto":
a) "Chamar" é decisivo na Pastoral Vocacional. Jesus chamou e escolheu.
b) Não esperar que alguém se apresente. O Papa manda chamar, e chamar sem
medo. "Ide pessoalmente aos jovens e chamai".
c) Chamar sem temer a decepção da negativa.
d) A quem chamar? Não qualquer um! Sim aquelas pessoas que mostram sinais de
vocação: prontidão em servir, engajamento pastoral, espírito de equipe,
facilidade em partilhar, amor à Eucaristia, gosto pelas coisas de Deus... É
claro que estes sinais não devem existir já todos e desenvolvidos. Para isso
deverá haver o acompanhamento vocacional, a formação.
e) Chamar não só os Simões, mas também os Saulos: aqueles jovens que são
zelosos, corajosos e sinceros, ainda que não participantes dos nossos grupos
e Igrejas. Fazer como Jesus fez com Saulo...
f) Chamar pelo nome...
g) De nada servem chamadas gerais.
h) A vocação é questão de pessoa a pessoa.
i) Todos devem chamar (padres, religiosos, catequistas, agentes, a
comunidade).
4. Na área da colaboração financeira:
a) O sentido das atividades financeiras: têm diretamente aplicação pastoral.
Visam:
- a formação dos futuros padres
- a manutenção dos seminários
- a sustentação da própria EVP
b) A experiência mostra que a vida toma sentido novo e cheio de alegria
quando as pessoas podem se doar para serviços da Igreja, seja em festas de
barraquinhas, ou em outras promoções beneficientes.
c) Quando faltam as atividades materiais, há muitos que se sentem inúteis,
perdem a alegria de servir e se dispersam.
d) Sugestões de atividades financeiras: Carnês, coletas, chás, barracas,
momentos esportivos, espetáculos artísticos, leilões, almoços, carreteiros,
macarronadas, bazares, coletas de gêneros alimentícios, bingos, etc...
e) Prestação de contas: Os doadores têm direito de saber o que foi feito com
suas doações. Isto os anima a continuar ajudando.
ESPIRITUALIDADE DA EVP
1. É como uma chama acesa que indica:
* Sinal de vida e de presença de alguém
* Sinal de motivo para o ser e o agir
* Sinal de comunidade de fé viva
2. A dinâmica e a fecundidade da EVP se mede pelo nível de espiritualidade
dos seus membros.
3. Sem espiritualidade as pessoas se indispõem com as outras e procuram
interesses pessoais; o grupo perde o sentido de agir, desanima, se divide,
não é eficaz, se acaba.
4. O sustento da vida espiritual é a oração assídua, vida sacramental, a
Palavra de Deus, Jesus, como modelo, visão e vida eclesial.
5. A EVP precisa de retiros, momentos de oração e de escuta do Senhor.
6. A leitura espiritual, individual ou comentada em grupo, muito ajuda os
membros da EVP a manterem uma espiritualidade viva.
A EVP É
* Um grupo de pessoas que trabalham na comunidade eclesial
* Em profunda sintonia com a Igreja particular
* Para: - auxiliar o surgimento
- dar acompanhamento
- facilitar a orientação das vocações
- leigas (no matrimônio ou de solteiro ou solteira - e os
ministérios)
- ao ministério ordenado (diáconos, padres e bispos)
- religiosas
- missionárias
OBJETIVO GERAL
* Possibilitar o surgimento e o encaminhamento
* de todas as vocações na Igreja
- leigas(no matrimônio ou de solteiro ou solteira - e
os ministérios)
- ao ministério ordenado (diáconos,
padres e bispos)
- religiosas
- missionárias
* dando particular atenção às vocações de especial consagração
* e ocasionando uma evangelização libertadora
* em vista da construção do Reino de Deus.
OBJETIVO ESPECÍFICO
* Dinamizar a comunidade eclesial
* integrando todas as pastorais
* promovendo atividades
* que auxiliem os fiéis
* em especial os jovens
- a descobrir
- a assumir
- a desenvolver a vocação a que Deus os chamou.
A EVP EXISTE PARA
* Conscientizar a comuniddade sobre as vocações
* Descobrir as vocações que há na comunidade
* Chamar os vocacionados
* Acompanhar os vocacionados
* Encaminhar os vocacionados.