Etapas do Itinerário Vocacional
DESPERTAR
O que se está fazendo?
a) cursos para a formação de lideranças em nível regional,
diocesana,paroquial (equipes de PVD, PVP );
b) organização de equipes vocacionais intercongregacionais a nível
diocesano ;
c) shows vocacionais;
d) concursos de cartazes;
e) organização de subsídios para a diocese;
f) uso dos meios de comunicação social;
g) encontrões de jovens nas jornadas mundiais de oração pelas vocações;
h) trabalhos de PV nas escolas e colégios, com alunos e professores;
i) gincanas vocacionais com temas vocacionais e bíblicos e sobre
os carismas das Congregações presentes na Diocese;
j) semanas jovens;
l) semanas vocacionais;
m) dias de reflexão com questionamentos vocacionais;
n) muita oração;
o) trabalho com grupos fixos de jovens da catequese de crisma e grupos de
Igreja engajados com temas de formação humana e cristã.
DESAFIOS
a) desafio maior: como ter os jovens? ;
b) falta de apoio e presença do bispo nos encontros;
c) trabalho paralelo de padres e religiosas;
d) pressa de levar os jovens para o seminário e casas de formação.
DISCERNIR
Discernir: verificar se os sinais são verificadores do chamado de Deus. O
discernir está baseado nas habilidades, aptidões, livre determinação e
nas motivações do(a) vocacionável.
Sentimos que o discernir, cultivar e acompanhar caminham juntos. O
discernir vai pela vida inteira como fio condutor. Não está numa única
etapa. Não é estanque mesmo que a um certo momento leva à uma opção
fundamental. Compara-se a uma semente. Ela está lá, na terra. Desperta.
Surge o
broto. A partir daí o discernir.
a) Rotatividade de lideranças. Desrespeito pelo acompanhado com queima de
etapas. Equipes trabalham o vocacionado, depois perdem o contato (Minas e
Espírito Santo)
b) Curso para orientadores vocacionais ( COV, ROV, Pe. Adriano Pighetti)
com reencontros. Falta de clareza de sinais para uma vocação específica.
A orientação atinge poucos. (Nordeste 4, Piauí).
c) Em grande parte há um trabalho de discernimento pessoal não
aprofundado. Os regionais do Nordeste não tem sistematização
nem metas comuns. Pouca integração de leigos e as comunidades
pouco ajudam a discernir os sinais. Há locais onde leigos realizam
tardes de formação, aprofundando inclusive o namoro.
d) O discernir acontece através das equipes de animadores vocacionais. As
comunidades oferecem clima vocacional favorável. Celebrações mensais.
Acompanhamento pessoal de religiosos e padres diocesanos. Correspondências
e cursos vocacionais por correspondência.
e) A CRB em conjunto com a CNBB para a vocação de especial consagração:
há discernimento. Em relação aos ministérios há falhas. Não há
equipes
vocacionais paroquiais. Os leigos não estão presentes. A esperança está
na criação, há dois anos, dos institutos de pastoral vocacional e de
pastoral catequética. O desafio: a inculturação, ter rosto próprio.
Verificar
o discernimento (Norte 1).
f) Nove dioceses se encontram. Há um trabalho em equipe. O jovem escolhe
uma pessoa da equipe para o acompanhamento. Há preocupação na formação
de lideranças (Nordeste 5).
CULTIVAR
a) Existe uma gradualidade no processo.
b) Integração entre as fases.
c) Atividades bem específicas no cultivar: alimentar os sinais de
discernimento; atendimento psicológico; trabalhar as motivações;
crescer a dimensão humana; trabalhar as experiências pastorais.
d) Em síntese: o conteúdo vocacional e a orientação.
e) Desafios: o cultivo das vocações leigas; o não poder fazer uma
acompanhamento sistemático adequado.
ACOMPANHAR
O QUE SE FAZ
a) encontros periódicos;
b) textos para o aprofundamento;
c) C.C.V.; d) ROV - discernimento;
e) interligar o discernimento com o acompanhamento;
f) quatro cursos consecutivos: seguimento de Jesus Cristo; modelos de
seguimento; instrumentos de acompanhamento; apresentação dos diversos
carismas;
g) acompanhamento personalizado;
h) conteúdo: dimensão humana; conhecimento de Jesus Cristo; experiência
de Igreja; conhecimento do carisma;
i) existe o centro vocacional em que as pessoas que já despertaram são
acompanhadas;
j) caminhada com os jovens, onde são orientados a participares de grupos
e fazerem cursos;
k) acompanhamento no seminário para discernir a vida sacerdotal;
l) orientação espiritual; grupo misto mensal (convivência); engajamento
apostólico - missão vocacional;
m) recursos audiovisuais, filmes;
n) encontros de discernimento vocacional e retiros de opção de vida;
o) percebe-se ainda um trabalho da diocese voltado especialmente para o
seminário;
p) convite nas escolas, igreja, para encontros; dificuldades de assessor
devido à rotatividade;
q) acompanhamento para descobrir as facetas da vocação humana
que precisam ser trabalhadas; subsídios (história salvífica);
r) treinamento para a leitura orante para o acompanhamento (CRB);
s) oração - ver o que Deus quer do jovem;
t) correspondências; secretariado vocacional: fichas, vídeo, lições,
cadernos vocacionais, curso vocacional à distância (após cinco lições
a promotora vocacional visita);
u) retiro sobe projeto de vida, acompanhamento a partir da busca do jovem;
acompanhamento da família; caminhar ao lado na comunidade; a escuta dos
seminaristas como ponto fundamental.
UTOPIAS
a) direção espiritual - escuta ativa - diálogo pessoal;
b) projeto pessoal de vida que o vocacionado deve elaborar e viver;
c) o acompanhado deve sempre voltar para a dimensão eclesial, envolvendo
a família e a paróquia; d) mística do acompanhamento (discípulos de
Emaús).