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I - Chamados
e Enviados
É Cristo quem chama e o Espírito Santo impulsiona para a
missão. Este é o pressuposto básico de toda animação vocacional.
Sentir-se escolhido, posto aparte, separado. (At 13)
A aceitação alegre do diálogo vocacional com Deus supõe captar e
assumir o ser chamado e separado pelo Espírito. Em nossos dias há uma
grande necessidade de suscitar operários para a messe. A Pastoral
vocacional tem como missão ajudar as pessoas e criar em si a consciência
de serem chamadas e separadas pelo Espírito para uma tarefa e potencial a
disponibilidade incondicional para a resposta.
A dinâmica da Pastoral Vocacional é usar das mediações oportunas para
ajudar as pessoas a perceberem o chamado de Deus.
II - Setores que Influenciam a P.V.
1 - A sociedade, com suas propostas, suas ofertas:
uma sociedade
dominada pelo econômico, pelo ter. Uma sociedade que propõe como modelo
o homem instalado no econômico, dominado pelo hedonismo e o anseio do
prazer sem normas que faz da permissividade virtude. Uma sociedade em
vertiginoso descenso religioso, em atitude de rejeição a toda forma de
vida religiosa. Em toda nossa sociedade não entre a opção pelo reino
como saída para nossos jovens. Os meios de comunicação de massa
ridicularizam ou trivializam tudo o que suponha inconformismo com o ideal
proposto por esta sociedade de consumo.
2 - A Igreja, na última década, tem se preocupado muito com a questão
vocacional. Em seus documentos a hierarquia tem falado muito sobre a questão.
Muitos esforços foram feitos: estudos, congressos, jornadas, experiências,
tentativas, alguns programas conjuntos, colaborações dos leigos e de famílias.
Porém, não é difícil ficar com a impressão de que se trata de
solucionar problema particular, de que o urgente toma lugar ao importante.
Constata-se ainda, certa indiferença e cansaço por segmento do clero e
da vida religiosa, isto dificulta a visualização de um sinal do reino no
meio do nosso povo. percebe-se desânimo e falta de alma nos promotores
vocacionais. Constantemente são cobrados pelos superiores por não
conseguirem o "numero ideal". Levados por uma visão
reducionista não se promoveu a vocação leiga, sustentáculo e solo
fecundo para o florescimento das demais vocações . Apesar de tudo,
existem frutos, esses frutos são esperança.
3 - A família. Na Pastoral Vocacional o trabalho com as famílias é
indispensável. Deve haver colaboração sincera. Nota-se o número cada
vez menor de filhos nas famílias e atitudes que acompanham essa situação.
Ao lado de pais que apóiam os filhos que se sentem chamados, é mais fácil
encontrar aqueles que fazem o possível para
desviá-los em sua resposta ou se mantém à margem. "Uma pesquisa
recente nos EUA, entre famílias católicas comprometidas, com verdadeira
vida de fé e alguma forma de
oração em família, revelou que a maioria desses pais gostariam que seus
filhos se tornassem religiosos ou sacerdotes, porém muitos poucos dentre
eles os animam positivamente a fazê-lo". (Circular do Superior Geral
dos Irmãos Maristas, 96).
4 - Situação dos Jovens em face ao vocacional.
O enviado como animador vocacional necessariamente terá que estar com os
jovens. Será o campo onde verá refletidos com mais força os
condicionamentos sociais para o desenvolvimento normal das vocações.
O jovem é inconformista? Toda vocação cristã tem grande sedimento de
inconformismo para não ser deste mundo, estando ativamente nele. Os
jovens são inconformistas. Porém, os meios de comunicação de massa e
os líderes simbólicos juvenis agem com unanimidade suspeitosa,
trivializando seu enorme potencial inconformista e sua paixão de viver,
propondo-lhes objetivos consumistas em lugar de projetos integrais de
vida.
Morte progressiva da imaginação, entre crianças, adolescentes e jovens.
A sociedade lhes dá tudo feito e pouco a pouco vai ficando anestesiada a
imaginação e a criatividade que, unidos ao amor do próximo, foi sempre
fonte de soluções válidas para as necessidade de outros e fonte de vocações.
O sentido da vida. Muitos, presos no consumismo, na diversão permissiva,
não encontram valores e nem propostas atraentes. O marxismo perdeu o
atrativo. A religião, diminuiu sua influência entre eles. Onde encontrar
valores para motivar a vida e que os impulsionem à entrega, a realizar
algo importante para outros?
Há porém, outra realidade entre os jovens. A daqueles que são
silenciados e silenciosos, marginalizados da grande massa, porém fermento
dela, inquietos por ajudar, que procuram expressar em grupo e em
movimentos sua fé e suas preocupações. Este sim é campo favorável.
III - Princípio Básicos da P.V.
1 - A práxis de Jesus - A pessoa de Jesus é o centro da vida do
animador, tanto olhando para dentro de si como ao seu atuar. Não há
outra razão suficiente que mantenha no seu trabalho, nem motivação mais
forte que possa propor para sugerir uma opção.
1.1 - A consciência de ser enviado do Pai - Jesus tem viva e permanente
consciência de ser o enviado do Pai. Nós nos esquecemos freqüentemente
de que os seguidores de Jesus são a continuidade do seu envio.
1.2 - Normativa Pastoral de Jesus - Não está instalado. Sai de casa, está
com o povo, sabe que há de cumprir uma missão, não o detém a
adversidade (Lc 4,16-30); anuncia (Lc 6,38); retira-se para orar (Lc
6,12).
1.3 - O que está em jogo é a missão de Jesus - A meta da P.V. não é a
sobrevivência das obras e instituições. O que deve agir é a obra de
Jesus. O anúncio do Reino. Sem vocações a missão de Jesus está em
perigo.
1.4 - As mediações necessárias - A vocação é missão. Porém até
conseguir a consciência de ser separados e enviados são muitos os
chamados intermédios.
Os alto-falantes de Deus. Deus usa aqueles alto-falantes que o homem é
capaz de perceber e entender: a natureza com sua beleza, sua grandiosidade
e seu mistério; os outros com sua presença e seu testemunho, e
especialmente com suas necessidades; a intimidade pessoal com sua riqueza,
com suas intenções e desejos; os acontecimentos que vão fazendo história
pessoal e comunitária. Cometimento do animador será dispor à escuta e
ensinar a ler todas essas mediações pelas quais Deus se comunica e
chama.
A mediação da comunidade. Todas as diferentes manifestações comunitárias
nas Igrejas têm uma função de mediação. As vocações brotam no seio
da comunidade, para o evangelho. A Pastoral Vocacional não pode esquecer
essas mediações comunitárias nem as comunidades declinar essa
responsabilidade. Paulo e Barnabé são separados e enviados quando a
comunidade está reunida, em oração e jejum (At 13,1-14).
A mediação da relação pessoal. As estatísticas se inclinam por esta
mediação como a mais eficaz: alguém que interrogue com sua vida, alguém
que acompanhe, alguém que a convide. É a técnica do evangelho
(Jo,29-51) e é a recomendação que um grupo de jovens fazem aos
animadores vocacionais. A presença testemunhante, alentadora, de
acompanhamento não pode ser substituída por nenhuma outra técnica.
IV - PRESSUPOSTOS
1 - A Harmonia Orquestral da Igreja - A Igreja é multiforme em seus
ministérios e nos carismas que o Espírito distribui nela. Gosto de
imaginar a Igreja como uma grande orquestra, e eu um dos seus instrumentos
. Enche-me de alegria quando se unem novos instrumentos afinados, atentos
à partitura, mais atentos ainda ao conjunto e ao diretor de orquestra.
Agradam-me os solos, porém muito mais a maravilha da harmonia que formam
todos os instrumentos, soando cada um com características próprias.
Doe-me que haja grupos de instrumentos que pretendam dar separados seu
concerto. Há instrumentos desafinados, nada estranho: requer-se apenas pô-los
a tom.
Depois de ressaltar tanto as diferenças vocacionais, passamos a igualá-las
todas. A Pastoral deve ressaltar que os chamados são distintos e as missões
igualmente. Somente sendo distintos pode-se lograr a harmonia.
2 - Dimensão Vocacional da Pastoral - Toda pastoral deve ser vocacional.
Suscitar vocações não pode ser o final de processo pastoral, a meta do
mesmo, nem o resultado
necessário para justificar uma ação pastoral.
Tampouco faz-se pastoral vocacional acrescentando uma catequese sobre as
vocações a um programa já estabelecido, ou organizando uma jornada
vocacional. Toda atividade pastoral autêntica é acompanhamento na
acolhida na Palavra e no crescimento que supõe a resposta. É, pois, uma
dimensão de toda a vida cristã, uma força que ilumina toda a caminhada
da fé e que induzirá a tomar opções progressivas. Toda a Igreja e tudo
na Igreja é vocação e missão. "Toda a Igreja é constituída em
estado de vocação e missão. E, portanto, todo membro da Igreja, cada
uma por sua parte, é constituído em estado de vocação e missão".
(8° Congresso de Vocações)
3 - Preocupação com os outros para escutar o chamado - A atitude
narcisista que envolve amplo leque de filosofias do eu é realidade feita
vida na sociedade de consumo e no mundo juvenil. Ao propor a realização
de si, como meta última está-se procurando no fundo o próprio eu
independente, o desejo de liberdade limitada. Um trabalho prévio e
imprescindível da Pastoral Vocacional é propor outra filosofia que leve
a pessoa a sair de si mesma e encontrar os outros. Sem arrotear esse
terreno, é impossível que surjam respostas, e se surgirem, portarão
consigo um caminho difícil e distorcido. V. Frankl ao denunciar a
fragilidade da proposta narcisista da realização de si como meta do
homem, propõe "a autotranscendência como aspirações profunda do
Homem. Para ele autotranscedência significa doar-se, pôr-se à disposição
do mundo, realizar as exigências dos deveres, atuar valores.
"Somente à medida que se alcança viver esta autotranscendência da
existência humana, se é autenticamente homem". "O homem é si
mesmo na medida que se supera e esquece a si mesmo". Esta doutrina,
à qual o autor não quer dar-lhe sentido religioso, mas psicológico,
lembra o evangelho: "aquele que perder sua vida por minha causa,
encontrá-la-á (Mt 10.39). Seguindo o mesmo arrazoado a pastoral tratará
de propor uma ética da resposta, do encontro com a sua missão, para
suprir a reinante ética da diversão, da fuga de si.
V - OS AMBIENTES PRIVILEGIADOS DA P.V.
As vocações não chegam espontaneamente. O normal é que Deus se valha
de numerosas mediações. Sem esquecer o imprevisível e as surpresas de
Deus, é necessário planificar as mediações e as atividades da pastoral
vocacional. Seria bom prever os pontos seguintes:
1 - O que conseguir - A primeira coisa não são os resultados numéricos,
ainda que sempre sejam desejáveis. Cremos que a Pastoral Vocacional deve
tratar de criar atitude de escuta à palavra e disponibilidade decidida a
seguir suas exigências em qualquer direção que chame. Preparando esse
terreno, os frutos chegarão.
2 - Situar-se - É importante conhecer as características do terreno em
que se vai trabalhar. São assinaladas algumas, porém é necessário
situar-se dentro de realidade mais concreta.
3 - Os Animadores - (Agentes, promotores, delegados), quem deve ser?
Responsáveis pelas vocações somos todos. Porém nem todos podemos nem
devemos ser animadores vocacionais. Somente os que estiverem dispostos a
testemunhar, que se sentirem enviados e que sejam capazes de desaparecer
quando o chamado tiver encontrado o seu caminho. São esses que a
comunidade deve acolher e aceitar como seus enviados. Política sábia a
daquelas províncias religiosas e dioceses que, deixando outras obras,
formaram uma equipe pastoral de pessoas qualificadas, com orientação
vocacional. Há equipes que encontram excelente ajuda nos seminaristas e
formandas por seu testemunho e por proximidade aos jovens. A ajuda dos
pais e dos outros leigos pode ser colaboração estimável como
animadores.
4 - Os campos - Ao programar haverá que delimitar o campo de trabalho.
Pode ser difícil se a equipe não se põe de acordo nos critérios para o
fazer. Tendo em conta a prática , distinguimos três parcelas no campo da
Pastoral Vocacional.
Posto que todos somos chamados à santidade e todos estamos na Igreja em
estado de vocação e missão, todos somos campo de Pastoral Vocacional.
Nasce daqui a dimensão vocacional da Pastoral que tratará de
proporcionar os meios e situações para sentir o chamado de Deus,
favorecer as formas diversas de resposta de cada um.
Por situações pessoais ou sociais, por condicionantes da cultura e do
ambiente, encontramo-nos com amplo campo, mais evidente entre os jovens,
que necessitam de orientação básica para encontrar razões e valores
que dêem sentido à vida. São pobres que esperam a boa nova da salvação.
Todas as vocações tem em comum que são chamado, são resposta e são
missão.
Porém há chamados distintos que exigem resposta de entrega também
distinta para realizar uma missão própria. Ajudar à escuta e à
resposta radical como leigo, como religioso ou como sacerdote, de acordo
com o chamado particular, é o campo a que a Pastoral Vocacional dedica
especialmente seu esforço e seu tempo.
5 - Âmbitos - A tentação do fácil nos leva a pretender trazer os
jovens aos âmbitos
que previamente compomos. Jesus sai de casa vai em busca daqueles dos
quais tem compaixão. As constituições dos irmãos Maristas dizem algo
que nem sempre é fácil cumprir em Pastoral Vocacional: "Vamos ao
encontro dos jovens ali onde estão" (art.83). É idéia que o Papa
repete com freqüência. Descei até nossos jovens. Ide pessoalmente ao
seu encontro e chamai-os" (Carta do Papa João Paulo II, 1979). Por
motivos a que já aludimos, a pastoral move seus peões em âmbitos mais
organizados e aos que deve fazer mais eficazes vocacionalmente.
Vejamos agora alguns ambientes privilegiados para o trabalho
vocacional:
5.1 - Liturgia - O espaço oferecido pela Liturgia é sem dúvida nenhuma
um dos melhores momentos de motivação vocacional. Uma eucarístia bem
preparada e celebrada torna-se fonte fecunda de novas vocações. O mesmo
podemos dizer dos cultos de celebração da Palavra de Deus. A equipe
vocacional prepare, junto com o responsável da presidência de cada uma
das celebrações vocacionais, cuidando: da escolha dos cantos; das
frases; dos cartazes; das lembranças que serão distribuídas e que
lembrem as quatro vocações. Da preparação da homília, dos comentários,
da preparação das preces...
5.2 - Catequese - A catequese renovada procura acompanhar o aprofundamento
da fé das crianças e adolescentes, e neste processo esta começando a se
preocupar também com a dimensão vocacional.
O caminho da catequese atinge em seu momento particularmente significativo
quando faz-se escola de oração, ou seja de formação do diálogo
apaixonado com Deus, Criador e Pai, com cristo; com Mestre Salvador; com
Espírito Santo Vivificador. Graças a esse diálogo, o que se escuta e se
aprende não permanece na mente, mas conquista o coração e tende
concretizar-se na vida. A catequese, com efeito, não se contenta em
anunciar a verdade no plano da salvação e se torne disponível para
oferecer a própria vida pela missão da Igreja, também no sacerdócio
ministerial ou na vida consagrada, seguindo o Cristo mais de perto. (João
Paulo II, na XVIII Mundial de Oração pelas Vocações - 1991).
Para que isto aconteça são intensificados no mês vocacional:
catequeses vocacionais;
jograis, teatros;
concursos de cartazes, poesias;
entrevistas;
encontros vocacionais
5.3 - Adolescentes e Jovens: dentro da opção pelos jovens, propõe
Puebla "Uma pastoral da Juventude que leve em conta a realidade
social de nosso continente, atenda ao aprofundamento da fé para comunhão
com Deus e os homens; oriente a opção vocacional aos jovens; ofereça-lhes
elementos para se converterem em fatores de participação ativa na Igreja
e na transformação da sociedade". (Puebla 1187).
O Papa João Paulo II, na abertura da Conferencia de Santo Domingo, lança
um apelo aos jovens da América Latina. Eles são sujeitos da Nova
Evangelização, os protagonistas do anúncio do novo milênio. A eles
devemos apresentar Jesus Cristo e a beleza da vocação cristã...S.D. n°
27 (P.).
Atividades desenvolvidas pêlos adolescentes e jovens no mês vocacional:
cursos, encontros, retiros vocacionais;
festivais e gincanas com temática vocacional;
concursos de poesia, música, teatro...
festas e promoções para arrecadar fundos para vocações.
5.4 - Escolas - A escola é outro lugar privilegiado de Pastoral
Vocacional. Adolescentes e juventude são fases de questionamentos, do
idealismo, dos projetos em vista de um futuro.
Junto com a formação intelectual e profissional deve-se dar uma formação
vocacional..
O Papa João Paulo II, quando fala às escolas católicas diz: "Esta,
com efeito, tem o mandato da Igreja para contribuir para a formação
integral do homem e do cristão e, por isso mesmo é chamada a favorecer
os gérmens de vocação que o Espírito depõe na alma dos Jovens. (1989
- XVIII Dia Mundial de oração pelas vocações).
Por isso as equipes vocacionais priorizam o mês de agosto para visitas às
escolas com intenção de despertar a cons. Voc. Dos adolescentes e jovens
através de:
Aulas vocacionais; palestras; slydes; filmes; encontros; testemunhas;
shows; gincanas; concursos com temáticas de conscientização sobre as
vocações específicas.
5.5 - Família - A Pastoral Vocacional dá atenção toda especial à família,
lugar de nascimento de todas as vocações. Ao voltar-se à família,
oferece meios de integração pais-filhos, através do diálogo
vocacional. A família é a imagem de deus que "em seu ministério
mais íntimo não é a solidão, e sim família" (João Paulo II).
A Pastoral Vocacional e familiar auxiliam se mutuamente, na busca de
caminhos e pedagogias vivas, que oferecem às crianças, adolescentes e
jovens, reais oportunidade vocacionais.
5.6 - Comunidade - Depois da família a comunidade é o lugar normal da
Pastoral Vocacional. É ali que se realiza a educação da fé, João
Paulo II nos propõe quatro condições para uma fecundidade vocacional
eficaz dentro da comunidade:
"sede uma comunidade viva: uma comunidade promove as vocações antes
de tudo, com uma vida perfeitamente cristã. (OT2).
Sede uma comunidade orante;
sede uma comunidade que chama;
sede uma comunidade missionária".
Estamos buscando seriamente traduzir na prática as quatros condições
que o Papa João Paulo II nos propõe e na dinamização da família e da
comunidade, propomos o seguinte para o mês vocacional;
missas e cultos vocacionais;
reuniões para grupos de famílias nas comunidades;
diálogo com os pais;
horas santas, novenas, rosário vocacional;
promoção no campo financeiro: festas, bingos, coletas de recursos
financeiros.
5.7 - Movimentos - Todos os movimentos de Igreja tem como missão levar
seu integrante a ter uma experiência mais profunda com deus.
A P.V. deve se aproximar de todos, especialmente dos que tem Conotação
Vocacional: movimento Serra, capelinhas, Apostolado da oração e outros.
As estatística mostram que grande números de vocacionados provém de
movimentos. Cabe a Pastoral Vocacional manter com os movimentos uma relação
mais profunda de diálogo e juntos buscar pistas de trabalho orgânico.
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